Mostrar mensagens com a etiqueta Futsal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Futsal. Mostrar todas as mensagens

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Acanhados


Não sei por que carga de água a minha neta me convidou para assistir ao jogo dos juniores. Mas desconfiou que enquanto eu olhava para o jogo em geral, ela olhava para um jogador em particular. A verdade é que o meu poder de análise e a minha capacidade crítica estão como a popularidade dos políticos, abaixo de cão. Mesmo assim, arrisco a dizer que notei alguma intranquilidade encoberta em muita qualidade individual, e uma autoconfiança como a minha reforma. Baixa. E vocês perguntam: “Ó velhota como é que chegou a essa conclusão?” São muitos anos a virar frangos. E um passe no espaço, quando devia ser no pé, um alívio para o desconhecido, quando existem linhas de passe, ou esperar atrás quando se justificava pressionar na frente, são como o algodão. Não enganam. O treinador percebeu, e a equipa soltou-se mais na segunda parte. O guarda-redes da primeira parte foi uma surpresa positiva e o da segunda, uma confirmação garantida. Escusado dizer que mal acabou o jogo, a minha neta mandou-me apanhar boleia e chegou às 3 da manhã. 


Jogo Pechão-Pedra Mourinha / Resultado – (3-3) Vitória do C.O. Pechão na marcação de grandes penalidades.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Para: Luis Barradas

 
Caro Mister
 
Perdoou-me o atrevimento, mas sou uma velha triste, melancólica, e comove-mo quando vejo o nome do C. O. Pechão nos cabeçalhos. Aquece-me a alma.
É uma verdade elementar. O que tem feito pelo Pechão não passa desapercebido a ninguém. A principal qualidade da paixão é a força, e essa é a sua principal arma. O êxito que temos tido, não é gratuito muito menos fortuito, mas fruto das suas ideias bem delineadas e sabiamente operacionalizadas.
 
Todos assumiram que o objectivo da equipa era fazer um campeonato calmo e tranquilo, você não esteve de acordo e brindou-nos com jogos vibrantes e excitantes. Uma classificação a meio da tabela era a previsão, não se conformou, e deu-nos o pódio. Levantou o rabo do sofá a muitos cépticos e trouxe-os ao Pavilhão. Aos sarcásticos que criticavam a existência de demasiada juventude no plantel, demonstrou-lhes que a qualidade não tem cartão de cidadão. Aos atletas dizia-se que eram vulgares, qual feiticeiro, transformou-os em heróis.

Normalmente os treinadores são remunerados, você paga do seu bolso para treinar. Não o compare à Madre Teresa porque ela deu o seu apoio ao regime do ditador Duvalier, no Haiti, e não quero ofendê-lo.

Sei que entrou na vida do Pechão por acaso, mas não é por acaso que se mantêm sem data para sair. O meu desejo é que o Clube renove o seu contrato por mais 99 anos, sem cláusula de rescisão e com direito de preferência por mais 50 anos. É muito? Não. É apenas o desejo de continuar perto de nós.

 Suponho, que tal como a maioria dos jovens detesta beijos de velhas, mas não pude evitar, e já lhe enviei um, deve estar neste momento a sobrevoar Bela-Curral.

Carinhosamente
Tia Arlapa


domingo, 21 de abril de 2013

Perdulários





Uma parte para controlar a outra para deslumbrar. Começaram seguros a defender e não correram riscos a atacar. Uma boa estratégia para serenar a ansiedade e injectar confiança. Ao intervalo, o treinador fez uma substituição que se revelou fundamental; saiu o calculismo para entrar a alma. A equipa fez uma 2ª parte notável. Controlou o jogo, acelerou a preceito e temporizou com critério, tudo em alta rotação e a funcionar harmonicamente. Mas, de tantas tarefas que tinha por fazer, esqueceu-se de uma: a password que abria a baliza do Farense. Ainda com o resultado em branco, o Pechão esbanjou oportunidades de golo mais que suficientes para chegar ao céu. Teve tudo, menos eficácia. Apenas quando o relógio se aliou ao adversário, e o Márcio controlou o sistema nervoso se lembrou que “determinação” era a palavra - chave. Tarde, mas a tempo de ressuscitar. O empate a um minuto do fim, e empurrada por uma torrente de entusiamo fazia prever um prolongamento merecido. Pena que no último suspiro do relógio, o fantasma da desconcentração tenha ensombrado a equipa. Uma final agridoce, que nos deixa água na boca para a próxima época

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Não há amor como o segundo










A equipa correu, foi agressiva, bateu-se olhos nos olhos, a organização e o modelo de jogo estiveram presentes, e os jogadores deram tudo. Então o que falhou perguntam vocês?
A superação. Essa arma que tem sido a imagem de marca da equipa. Disputar a 1ª Final na curta carreira de um jovem jogador, é como a primeira paixão. A ansiedade, a excitação e o medo de falhar, aumentam o ritmo cardíaco mas retiram discernimento e lucidez.
Nada melhor que a segunda vez, pois graças aos erros que cometeste na primeira, podes, analisar, corrigir, e preparares-te para melhorar a tua performance. Ah! E as claques não marcam golos.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Claques Femininas


Campo do Viriato (1962). Foto enviada pelo Danilo.

Apesar de passarem nove anos a claque colorida continua jovem e activa. É a foto tirada no tempo em que não havia luz eléctrica, nem água canalizada que suscita mais curiosidade. 

Um perfeito quebra-cabeças reconhecer estas ilustres adeptas. Um teste complicado à minha memória coberta de bolor e enredada de teias de aranha.

A Luísa Marcos, fogosa, com óculos escuros e penteado à Brigitte Bardot; com o cabelo apanhado, e sorriso cândido a Idalinda Cadeiras; posse confiante, colar a condizer e franja da moda a Maria Francelina; no ponto mais alto, toda janota, com penteado à Madalena Inglésias parece-me a Helena Canário; comedida e compenetrada a Maria Celeste esforça-se para não se fazer notar. Elegante, com uma finíssima saia plissada, a Aniceta; a menina do chapéu branco e de tranças, suponho que é à Custódia Marcos, ao lado, presumo que seja a Valentina Pé de Grão, com indumentária mais apropriada para a catequese do que para um jogo de futebol. As meninas, ainda consigo discernir. Os meninos, que hoje serão uns cinquentões, por muito que agite a minha cachimónia, não chego lá, só suposições. Mas o meu preferido é o que está no lado esquerdo, emboscado na sombra, assustado com a máquina fotográfica.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

15 minutos de glória







Depois da expulsão de um jogador do M. Alvorense e da invasão da chuva no Pavilhão, o jogo recomeçou como tinha sido interrompido - o Pechão em superioridade numérica a procurar o golo. Se a estratégia era boa, melhor ficou depois do André finalizar uma transição perfeita. Assim, começou a jogar como mais gosta: 1ª e 2ª linha próximas, cortar linhas de passe, atitude agressiva, e transições ofensivas em alta voltagem. 
Em desvantagem, com tempo a escassear e o resultado a avolumar, o treinador adversário mandou avançar o Guarda - Redes e abrir a baliza. Um doce para a boa organização defensiva, e uma tentação para o tiro ao alvo dos jogadores do Pechão.

Estranhamente e injustificadamente, aqui e ali, notaram-se alguns sinais de ansiedade e tomadas de decisão precipitadas. Provavelmente alguém descurou o treino invisível. Apenas um detalhe, numa vitória limpinha e saborosa da melhor equipa.


sábado, 30 de março de 2013

Pechão 1 – Montes Alvorense – 1 (interrompido)








Só a vitória interessava aos M. Alvorense, e foi o que procuram com uma pressão alta quase asfixiante. Uma escorregadela do Valdir em zona vermelha deu golo, e a pouca profundidade ofensiva, pôs a bancada nervosa. Mas, o treinador tinha o plano de jogo bem definido e nunca o alterou. Nem em função do golo sofrido nem dos nervos dos adeptos. Apenas, lhe conferiu outra dinâmica, com a entrada estratégica do Nuno. Rapidamente começou a provocar desequilíbrios, e a quebra física do adversário (pressionar como se não houvesse amanhã, mais cedo ou mais tarde acabas por dar o estouro) deu-lhe o espaço que ele adora.

Depois, quando o Pechão estava por cima, (a jogar 5x4) e esperava-se pelo golo, chegou a chuva dentro do Pavilhão, e acabou com jogo.

Incrível como há tantos anos, as mentes brilhantes que e o administraram e administram sabendo que o telhado necessita de ser reparado não mexeram uma palha. E mais não digo porque estou bem-disposta; acabei de tirar os folares do forno e um brandeirinho com chouriça caseira. Está a arrefecer à minha espera. 

quarta-feira, 13 de março de 2013

Pechão 3 – Boliqueime -2


No bota–fora ganhou a equipa mais inteligente.

O Pechão foi uma equipa na verdadeira acepção da palavra. Com a estratégia perfeitamente assimilada, princípios bem definidos,agressividade defensiva, jogadores solidários e uma enorme disciplina táctica. Uma vitória da organização e do colectivo. Muito trabalho de casa e carradas de competência dos treinadores.

Destaques

Ivan – Foi a alma da equipa. Agressivo, rápido, e empolgante. Exala entusiamo por todos os poros, contagia a equipa e a assistência. Ser capitão ajuda-lhe a moderar os excessos, e confere-lhe legitimidade para fazer o que gosta: motivar. Alem disso, tem um braço elegante e a braçadeira assenta-lhe bem.

Valdir – Não dá muito nas vistas, mas fez um jogo impressionante. Foi o coração da equipa e esteve sempre em ligação directa à mente do treinador. Sempre no sítio certo, ora na contenção, na cobertura ou a conferir equilíbrios. Tomadas de decisão acertadas (a assistência para o 2º golo é um regalo), inúmeras recuperações de bola, mas sobretudo, umagrandeconcentração competitiva.Por momentos, tive a sensação que tinha sido abençoado pelo Dom da ubiquidade.

Alexandre – 17 aninhos, e já está um nível acima de muitos, na forma como controla a ansiedade e dribla a pressão. Já percebe o jogo e as ideias do treinador, melhorou imenso nas transições defensivas. Tem de habituar-se à velocidade do jogo e aprender a travar o excesso de entusiamo, consequência disso, perdeu algumas bolas em zona proibida que desequilibraram a equipa.A boa organização da equipa potencia as suas qualidades. É elegante a movimentar-se mas, quando a bola lhe chega aos pés: é classe e mais classe.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Torneio Primavera


É notória a aposta da Direcção do Clube na consolidação do Futsal. Depois da ascensão dos graúdos a um patamar superior, também os miúdos vão semeando pequenas pérolas para mais tarde recolherem. Salta à vista e a bola para dentro das balizas adversárias que, as equipas estão moldadas ao carácter e impregnadas dos conhecimentos do treinador. Apesar de esforçar-se por evitar a via - láctea é a estrela mais cintilante.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pechão 2 - Louletano 5 (meia - final taça do Algarve)


                             Enviado por um anónimo

Foi uma jogatana e peras, aquela primeira parte a fazer lembrar tempos antigos. Emoção e apoio dos espectadores, concentração e rigor dos jogadores, mas, sobretudo, muita alma entre todos. Trinta minutos a roçar a perfeição, que nem o mais o crédulo imaginaria. Porém, perante as trocas ao intervalo tudo mudou. Ou, no segundo tempo, o Louletano foi mais forte porque o Pechão foi mais fraco, ou o Pechão continuou forte, mas, o conceito de “forte” para o Louletano é substancialmente superior. O que é natural, face ao poderio financeiro e à diferença de intensidade competitiva da 2ª divisão distrital ante a 2ª nacional. Argumentos irredutíveis e férteis para a resignação. Mas lá que estivemos a meia hora de tocar o céu, lá isso estivemos. Foi uma noite boa para o Clube, e um sinal de pujança para o Futsal. Mas, o que eu gostava mesmo de trocar, era o local dos jogos, de Olhão para Pechão e os calções dos jogadores, de amarelo para branco.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Futsal


Campeonato Distrital da 2º Divisão
Sexta-feira,dia 07/01 às 21 horas no Pavilhão M. de Olhão
Clube Oriental de Pechão - Leões de Tavira

Campeonato Distrital de Iniciados
Sábado,dia 08/01, às 11 horas
Clube Oriental de Pechão - ADC de Tune

A Direcção do COP

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Sombreados de esperança


Os três sombreados a verde, indicam os poleiros que dão acesso a mais prestigio, e a jogar a um nível mais alto. É evidente que os Bonjes também perdem e os Porches avariam. Porque as surpresas podem aparecer de qualquer lado, há que estar preparado. Por isso, é fundamental os jogadores continuarem a meter força nas canetas e a bola na baliza. Não vá o Leão enfurecer-se com a fome de pontos e, saltar da reserva, ou, em Tunes, a rapaziada alinhar no transbordo das vitórias, e perderem-se nas contas dos pontos e nas encruzilhadas dos ses. E, como nós, queremos ficar sombreados e não queimados, pelo sim pelo não, convêm manterem-se afastados do Covil do Dragão.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O Jogador


A minha neta chegou-me com a foto do cartaz e com uma pergunta: afinal o que tinha o Netinho de especial como jogador?

Para os que conheceram o Netinho como jogador de Futebol de Salão ninguém tem duvidas. Foi o melhor jogador que Pechão viu nascer. Para explicar aos mais novos as suas características, podemos fazer uma analogia com os craques da actualidade. Assim, possuía uma boa dose do repentismo e genica do Nuno Granja e, a técnica e inteligência do Jorge Vale, seu sobrinho-neto. A potência e a precisão do remate, não se podem comparar. Porque é incomparável.

E, isso chegou para fazer dele o melhor jogador? Perguntam os mais cépticos.
Chegou, porque a relação dele com a bola e com o Clube foi como um romance, em que a personagem vive um amor forte demais e, coloca a pessoa amada acima de tudo e de todos e, além do remate com marca registada, tinha o melhor do Nuno e do Jorge, só que… em dose dupla.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Memorial "Netinho"

Dizem que o tempo apaga tudo mas não é verdade: apenas apaga se nós deixarmos. Mesmo perante o silêncio que nos consome as entranhas e as palavras que o trazem a nós, nada melhor que deixar a sua memória fluir, naquilo onde ele era o melhor.

Faz no próximo dia 21 de Setembro, trinta e sete anos que nos deixou. Prevendo o que iria acontecer, escreveu este comovente artigo três meses antes do seu falecimento no jornal “Claridade”, órgão cultural e informativo do C.O. Pechão.

O enterro do pião

“A tarde estava fria. Fustigadas pelo vento invernoso de um Janeiro frio, e triste, as embarcações atracavam à velha doca dançavam ao sabor das ondas.
As nuvens cinzentas, sopradas pelo vento, seguiam em loucas correrias procurando chegar o mais depressa possível ao seu destino imaginário.
Um pequeno muro, branco de neve, protegia o hortejo do “Ti Joaquim”, velho dos seus setenta anos, cuja bondade o seu rosto transparecia. Às vezes o rapazio para o fazer zangar chamava-lhe “mirra” e ele todo arfava, barafustava e até às vezes corria atrás dos rapazes. Mas era só nesse momento; depois voltava para casa rindo e dizendo baixinho…”mirra”…”mirra”.
Era ali junto à sua horta, que a malta se juntava.
Hoje somente ali se encontravam cinco. Aos mais dias eram seis. Faltava o Talica, e de futuro faltaria sempre. Fora a enterrar havia poucas horas. O médico dissera que ele havia morrido com uma doença incurável. Todos os cinco trocaram olhares, sem se atreveram a falar. O vento parecia esbofeteá-los.Que faziam ali? Esperavam o Talica? Ele não viria mais. De repente o Jorge, o “cabeça de seta” ajoelhou-se. Na sua mão um pião luzia. Era o pião do Talica.Depois de ter aberto uma pequena cova enterrou-o. Afastou-se e nova cova abriu metendo nela o seu pião.
Movidos como autómatos, os restantes quatro haviam feito o mesmo, e num círculo cujo centro era o pião do Talica haviam enterrado também os deles.
Depois ergueram-se lentamente, olharam-se e começaram a soluçar. Do céu um raio de sol brilhou na tarde cinzenta.
Era o Talica que lhes agradecia.

“Neto (“Claridade” Maio de 1973”)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Futsal Iniciados - última jornada

Terminou o Campeonato Distrital de Iniciados de Futsal. Penso que é unânime o reconhecimento apesar das condicionantes que, no ano de estreia os miúdos do C.O.Pechão tiveram uma boa prestação e uma enorme evolução, certificando o bom trabalho realizado e, deixando água na boca para a próxima época. Aqui a velhota dá os parabéns ao Clube, aos atletas e ao treinador que segundo diz a minha neta: é bom e giro.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

1º. Torneio Primavera

Clube Oriental Pechão

1º. Torneio Primavera
Futsal - Iniciados

• 15 e 16 de Maio

• Equipas participantes:

- CLUBE ORIENTAL PECHÃO
- JOGRAIS A. ALEIXO – ESTOI
- SONÂMBULOS – LUZ DE TAVIRA
- 1º. JANEIRO – SANTA CATARINA
- TUNES
- BELLAVISTA
- ALBUFEIRA FUTSAL

- Atletas nascidos nos anos 1995 e 1996

 A entrega de prémios será efectuada no domingo após a final:

Lista de Troféus:

Taças para todas as equipas
Taça para o melhor marcador
Medalhas a todos os atletas participantes

• SORTEIO DOS GRUPOS
Grupo A

Equipa 1- Jograis António Aleixo
Equipa 2 – Albufeira Futsal
Equipa 3 – 1º. Janeiro
Equipa 4 - Gejupce

Grupo B

Equipa 5 – ADC Tunes
Equipa 6 – Sonambulos F L
Equipa 7 - Clube Oriental Pechão
Equipa 8 – Lagos e Benfica

DIA 15 DE MAIO (SÁBADO)

10:00 h. – 1x2 (Grupo A)
10:45 h. – 5x6 (Grupo B)
11:30 h. – 3x4 (Grupo A)
12:15 h. – 7x8 (Grupo B)
13:00 h. – 1x3 (Grupo A)

Almoço

16:00 h. – 5x7 (Grupo B)
16:45 h. – 2x4 (Grupo A)
17:30 h. – 6x8 (Grupo B)
18:15 h. – 1x4 (Grupo A)
19:00 h. – 5x8 (Grupo B)
19:45 h. – 2x3 (Grupo A)
20:30 h. – 6x7 (Grupo B)

DIA 16 DE MAIO (DOMINGO)

16:00 h. - 1º. Lugar (Grupo A) vs 2º. Lugar (Grupo B)
17:00 h. - 1º. Lugar (Grupo B) vs 2º. Lugar (Grupo A)
19:00 h. – Jogo 3º. e 4º. Lugar
19:45 h. – Jogo FINAL

20:30 h. – ENTREGA DE PRÉMIOS

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Ultima Jornada - Futsal

Fim do Campeonato. Tempo de olhar para trás e, constatar o que foi feito e o que ficou por fazer. Depois da análise ao balanço, tempo de olhar para a frente e, delinear estratégias em função dos objectivos pretendidos. Com uma ressalva, todos e quaisquer planos devem ter um denominador comum: Os interesses do C.O. Pechão acima de tudo e de todos.

Mais informações. Aqui.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Futsal - 21ª Jornada

Duas vitórias consecutivas. Não sei se é: inspiração no mês da Revolução, um apelo à união ou, mais produção de transpiração. Desafortunadamente confirma-se que é um despertar tardio. Mas como diz a minha vizinha: é preferível acordar tarde, do que não acordar. Só um senão; ficamos com a sensação que se alguém tivesse ligado o despertador mais cedo, domingo estaríamos a festejar o dia da Revolução e a manutenção na 1ª Divisão.