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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Serviço Público


Gosto da preocupação da Junta Freguesia em informar atempadamente o incómodo que possa surgir, mas, não gosto do desconforto que a palavra “farmácia” me provoca.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Aguardemos (2)

O estudo de impacte ambiental sobre a variante de Olhão à EN 125 está em fase de consulta pública até 9 de janeiro. De acordo com a autarquia olhanense, o estudo e o resumo não técnico podem ser consultados na Agência Portuguesa do Ambiente, na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e na Câmara Municipal de Olhão assim como no site da CCDR. O resumo não técnico pode ainda ser consultado nas juntas de freguesia de Pechão e Quelfes onde também podem ser entregues sugestões e opiniões sobre o projeto em causa.

Os contributos podem ainda ser encaminhados por escrito à CCDR Algarve até 9 de janeiro altura em que os responsáveis irão analisar e considerar as propostas recebidas.Aqui.




segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Enrascados

Hoje, a minha curiosidade foi mais forte que a minha descrição e, informei-me sobre a situação do João e o Joaquim. “Estão enrascados” – foi a resposta.
A vida não lhes proporcionou opções melhores, não as procuraram, nem se preocuparam. Puseram-se a jeito. Preferiram viver o dia-a-dia, recheada de excessos, para anestesiar as dores e mascarar a realidade. Sem qualquer perspectiva de futuro. Como se previa, tropeçaram no seu próprio destino.

Vivem no quintal de uma casa da Autarquia. Doentes, necessitados e sem apoio, apenas contam com o apoio diário de duas sexagenárias e ocasionalmente com a ajuda de algumas almas caridosas. Continuando, assim, coerentes com a sua filosofia de vida - vão-se desenrascando.Até quando?

Afinal, o que está realmente a falhar? Falhou a noção da responsabilidade do João e do Joaquim e, está a falhar, a noção de dever das redes de apoio social.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Jorge Vale com estreia adiada

(… A principal baixa no plantel prende-se com Jorge Vale. O jovem médio, que chegou a Loulé por empréstimo do Olhanense, no início desta época, ainda não debelou com sucesso um problema no joelho direito, pelo que a estreia com as cores do Louletano será adiada por mais alguns dias…)
“A Bola”- 14 Set. 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O carteiro

O primeiro carteiro a chegar a Pechão foi uma mulher. Outros seguiram-se. Vinham a pé, depois de bicicleta a pedal e evoluíram para motorizada. Com sol, chuva ou frio, saco de calhamaço às costas, traziam consigo a alegria das boas notícias, a angústia das más, mas, essencialmente eram os mensageiros pelo qual esperávamos e desesperávamos. Ao domicílio batiam à porta e quando não estava ninguém, iam ao fim do mundo para entregar a carta ao destinatário. Conheciam e reconheciam as caligrafias. O coração apertado pelas notícias do Ultramar, a carta perfumada, ou duas gotas de lágrimas a carimbarem um amor eterno. Olhavam para o remetente e pelo brilho dos olhos ou pelo tamanho do sorriso, antecipavam as boas ou más noticias. Deixavam o correio na Sra. Raminhas, mais tarde na Celeste, depois a Bia do Assunção, posteriormente a Betinha, ainda na Lucília e por fim na Beinha.

Perdeu-se o hábito de escrever, hoje o carteiro despeja as cartas do telefone, da luz e, de algum banco a fazer-nos lembrar que o dinheiro é pouco. Sem o ar romântico de outrora, poucas vezes o encontro. E quando o vejo, a única expressão que lhe reconheço, é a tremenda pressa que tem em pisgar-se.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Barraca

Sem sinal de vida. Não sei quem a construiu,nem o que faz à sombra da azinheira, abraçada às silvas e debruçada sobre a ribeira. O que sei é que, a estrutura metálica que a suporta é a mesma que sustentou o palco no Rock da Ribeira. Das duas uma – ou, estava à mão de semear, e não devia, porque o material da Câmara é pago pelo contribuinte e deve estar acautelado, ou, a palhota mistério é patrocinada pela Junta. O que não acredito. O que admito é que esta barracada era perfeitamente desnecessária e evitável. Bastava estar atento aos sinais.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Coragem

Duas promessas. A requalificação da zona ribeirinha adoptada pela Junta de Freguesia e, a construção da nova sede do Oriental de Pechão, assumida pela Direcção. Uma, revigora uma área desfalecida, a outra, abre um novo ciclo na vida do C.O.P. Curioso e vantajoso é a proximidade e convergência entre os projectos. Ambos os Presidentes têm traquejo nestas andanças, por isso, devem ter a lição bem estudada, ou seja: uma boa almofada de sustentação para enfrentarem os custos e os cuscos. Sei que a coragem de enfrentar tamanhas dificuldades vem acoplada de um impulso, não sei, se foi um apelo do coração ou a força da razão.

Reprovo o pessimismo. Mas sempre fui uma pessimista. Provavelmente é da minha idade avançada, ou por causa dela, no entanto, é uma fragilidade que tenho dificuldade em ultrapassar. A minha descrença nestes planos vem da conjuntura actual, em que a míngua de dinheiro que nos chega à carteira some-se com a mesma facilidade, que a água de uma canastra. E todos sabemos, os estragos que as grandes obras fazem numa conta bancária. E isso amofina-me. Mas agrada-me a ideia de estar errada. Seria uma vitamina para a Freguesia e um analgésico para o meu pessimismo.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Tudo na graça do Senhor


Para além das considerações expostas aqui. O Padre Jorge protestou contra a circulação e estacionamento de carros pesados no átrio da Igreja. Aliás, frisou e sublinhou que: “o adro da Igreja é um espaço privado”.

Um bom acordo para ambas as partes, pintado em tons de concórdia e celebrado em paz no seio da família cristã. Sem dúvidas nem protestos.

A Junta de Freguesia assumiu a pintura da Igreja (uma referência da Aldeia e um monumento Nacional). É certo que vivemos num estado laico, em que nenhuma igreja ou comunidade deve ser discriminada relativamente às outras. Mediante isso e, por uma questão de coerência e imparcialidade, suponho, que o orçamento contemple uma ou duas latas de tinta para pintar a simpática Igreja dos Protestantes.




quarta-feira, 2 de março de 2011

Movimentos de Cor

A Junta de Freguesia de Pechão inaugura já na próxima sexta, 4 de Março, pelas 21h30, no edifício sede, uma exposição de pintura intitulada “Movimentos de Cor”, de Clara Viegas.
A autora é natural de Olhão, cidade onde nasceu em 1951. Actualmente tem o seu abrigo em Pechão.
Dedica-se à pintura há alguns anos, tendo iniciado com pintura em vidro e mais tarde em tela. Encontrou nesta arte energia para encarar as surpresas da vida, um refúgio e uma fonte de inspiração para o seu estado de alma.
Concluiu vários cursos de Pintura em Espanha e frequentou o Centro de Artes de Pintores Olhanenses. Começou a expor as suas obras em 1998, desde então já realizou dezenas de exposições individuais e participou em várias colectivas no Algarve e no Estrangeiro. Assina as suas obras de Magueu.
A exposição ficará patente ao público até 25 Março e poderá ser visitada de segunda a sexta das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h00.

Nota de Imprensa nº3 Proc.02 280211
Anexo: foto

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

“Tulipa Negra e Pequena Flor de Jasmim”

A Junta de Freguesia de Pechão inaugura já no próximo sábado, 5 de Fevereiro, às 21,30h, no edifício sede, uma exposição de pintura intitulada “Tulipa Negra e Pequena Flor de Jasmim”, de Ana Martins. (...)
A exposição ficará patente ao público até 25 Fevereiro e poderá ser visitada de segunda a sexta das 9,00h às 12,30h e das 14,00h às 17,00h.Mais detalhes aqui.

sábado, 9 de outubro de 2010

Quando os maus exemplos vêm de cima

Olhão é a pior câmara a pagar.
De acordo com a DGAL, no final do segundo trimestre deste ano havia sete municípios do Algarve com prazos médios de pagamento superior a 90 dias.
Olhão é a autarquia da região que surge em pior posição, com 274 dias. A situação tem vindo a agravar-se desde finais de 2008, altura em que demorava 59 dias a pagar.Correio da manhã 08/10/2010.Aqui.

Quando os políticos apenas olham para o seu umbigo, os juízes para o lado, e as autoridades observam impotentes, quem olha pelo povo?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Gala na Aldeia


Segunda, 2 de Agosto | 22h | Largo da Igreja

Isabel Frade | Bel | Carlos Granito | Ginga Show | Luís Guilherme

Organização – Junta Freguesia Pechão

Não é a Festa de Pechão. Mas, com um programa destes bem podia ser. Agosto, largo da Igreja, música popular, artistas conhecidos, e entradas gratuitas. Razões mais que suficientes para relembrar as memoráveis Festas que durante o século passado se realizaram no largo da Igreja e que, ficaram registadas com marca de agua na memória de quem assistiu. Sei perfeitamente que esta Gala não vai ter esse lastro mas, vai ter um mar de gente. A minha vizinha, perspicaz, já me advertiu: Não te atrases! Abalamos às 9 horas. Vai ser uma enchente e quero ficar nos lugares da frente.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Sonho de verão ou… talvez não!

A publicação deste cartaz, o conteúdo controverso e a força das palavras, não deixam ninguém indiferente. E só existem duas possíveis interpretações: ou aprovamos ou desprezamos.

Mas, expliquem-me como se eu fosse muita burra, como é que os elementos eleitos para a Assembleia de Freguesia perante um problema que é de todos, que afecta a população e que carece de resolução, não se unem, e não falam a uma só voz?
A questão está demasiado politizada para o meu gosto e pouco humanizada para mal da comunidade. De um lado um silêncio comprometedor, do outro, um discurso agitador. Com posturas extremadas ninguém ganha. Perdemos todos. Nunca as tricas pessoais ou, as estratégias políticas podem sobrepor-se ao bem da comunidade. Não precisamos da força das palavras que soam mais alto, nem das malabaristas que entretêm os ouvidos. Necessitamos da força de todos, porque é um problema de todos.
E por favor, não venham com a história dos bons num lado, e dos maus do outro. Ninguém está interessado em saber quem é o melhor ou o pior, apenas queremos saber, ancorados na força do nosso apoio, o que podem fazer por nós. E podem muito.
Eu sei que as coisas não são assim tão simples e, que apesar do tempo decorrido algumas feridas estão longe de se encontrarem cicatrizadas. Apesar disso, para quem está assumidamente comprometido com os Pechanenses, acredito e desejo que icem a bandeira branca, declarem tréguas, e abrem uma excepção para o problema da farmácia. Esquecem a taça, os egos e a retórica partidária, e pensem nas pessoas. E dêem o verdadeiro golpe, que, é a demonstração da verdadeira força do poder autárquico.
Afinal, uns convivem em amenas cavaqueiras, outros andaram na mesma escola, houve quem desferisse pontapés na mesma bola, quase todos deixaram o coiro e o cabelo no Clube mas, todos temos um problema em comum: a falta de uma farmácia.
A amizade e a cumplicidade existem, podem, é estar adormecidas ou adulteradas mas, nem o tempo nem ninguém pode apaga-las. Temos um passado a honrar e a força da razão. Não será altura da união?

“Nenhum de nós é tão esperto como todos nós”
Provérbio Japonês

domingo, 30 de maio de 2010

Nada será como antes

Já muito foi dito e escrito sobre a colocação de lombas na rua 25 de Abril. Não sei se a medida tomada foi a mais correcta, mas dentro das disponíveis, e fase à urgência da situação, foi a possível. É evidente que as lombas não ajudam a minorar o volume de trânsito, nem o desviam para uma via alternativa mas, contribuem, para acalmia do tráfego, prevenção de acidentes, e redução do ruído e da poluição (que aumenta com a velocidade). Ou seja, vamos ter um pouco mais de sossego, o que já não é mau. Mas entre vantagens e inconvenientes, numa coisa parece que estamos todos de acordo: para as mentes brilhantes dos aceleras, apressados e seus derivados, nada será como antes.

29/04/2008

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Vai uma ajudinha?


Bom dia!
O meu nome é Ana Cristina Fernandes e estou á procura de informações sobre a minha avó (foto) que ninguém conheceu na minha família. Ela chamava-se Maria Teresa Fernandes, filha de Manuel Fernandes Goguinho, e de Teresa Patrôa Beatriz, o meu pai João Batista Fernandes, nasceu em Pechão e não foi criado por ela. É possível passar o meu pedido no seu Blog? Se alguém tiver informações sobre ela e seus familiares. Existe alguma família, Patrôa, Fernandes ou Goguinho em Pechão?
Muito obrigada. Não conheço o seu dia nascimento e de falecimento, por isso, o registo civil não me pode ajudar.

Ana Cristina Fernandes
Agent Double Agence de Com. & de Talents
16 rue Chappe - 75018 Paris
FranceE-mail : anacristina@agentdouble.fr
07/05/2008

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Uma terra com futuro não se constrói com esgotos do passado

Um paradoxo estes tempos de arrefecimento reivindicativo contrapondo a proximidade da efeméride que ,marcou de forma definitiva o direito à cidadania, e à liberdade de expressão. Não sei se o povo está vencido, muito menos se está unido, mas eu estou solidária com o Pechanense.

Não é uma vista bonita, nem um cheiro agradável. Muito menos a água que corre para a ribeira é aquela porque suspiramos. Eu, que sou do tempo do penico debaixo da cama, em que a primeira tarefa da manhã era despejar o recheio na estrumeira que servia para fertilizar a terra, sei bem o que é conviver com estes aromas.

Este esgoto indisposto, resolveu vomitar para a ribeira. Creio que o diagnóstico já foi feito, desconheço porém o grau da urgência, muito menos a cor da fita que lhe atribuíram. Entendo, é que requer uma intervenção de acordo com as novas exigências. Perto do maior aglomerado de novos Pechanenses, que não são do tempo (e ainda bem) dos bacios, esta situação não é propriamente desejável nem recomendável. Ao contrário de antigamente, agora, o adubo emerge debaixo do chão e serve para empestar a via pública.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

25 Abril - 36º Aniversário


Sábado, 24 Abril
22h – Serão Cultural com Rosinda Vargues e convidados.
- Entrega de prémios do Concurso Literário “ Francisco Guerreiro”
Local – Sede C.O. Pechão

Domingo, 25 Abril
8h – Alvorada de Abril
10,15h – Hastear da Bandeira Nacional
Desfile da fanfarra dos Bombeiros M. Olhão
Jogos Tradicionais
Animação desportiva
Demonstrações de Karaté
Painel de Grafites
Oficina de expressão plástica para crianças
Local – Fonte Velha
12h – Homenagem aos antifascistas de Pechão
Local: Rua 25 Abril
13h – Almoço convívio (Iniciativa CDU)
Local – Restaurante “Monte Amarelo”
17h – Jogo Futsal (Iniciados)
C.O. Pechão – Jograis de Estói
Local – Zona Desportiva de Pechão
Torneio de Futebol 5
18h – Apuramento 3º e 4º lugar
19h – Final
20h – Entrega de prémios
21h - Jantar convívio
Local – Restaurante “O lavrador”
Pode obter mais informações aqui, aqui, ou aqui.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Formação Profissional Vs Formação Cívica

Nos últimos tempos tenho vindo a assistir, com apreensão, ao relatar de casos extremos de violência nas escolas, seja entre alunos, entre alunos e professores ou entre pais e professores (…)

(…) A nossa legislação é até bastante exigente no que concerne á organização do ensino e da formação e estou certo que a sua concepção pretende alcançar, objectivos mais nobres (…)

Enquanto no ensino regular o estatuto do aluno obriga a: 2ª, 3ª oportunidades para que um aluno possa concluir uma determinada disciplina / módulo e como tal, possa prosseguir no “trilho do sucesso”, o mesmo acontece no ensino profissionalizante mas com a agravante da instituição promotora, poder perder o financiamento correspondente (…)

(…) gera a sensação que nos alunos / formandos de que as instituição são obrigadas a aceitar e lidar com a falta de educação que se vai generalizando(…)

Não serão os recentes casos de indisciplina e violência indícios de que algo necessita urgentemente de correcção?

José Mendinhos - Delegado Distrital do FDTI e 1ª Secretario da Assembleia de Freguesia de Pechão.
Extractos de um artigo de opinião, publicado no jornal OAlgarve em 15 de Abril 2010.