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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 10 de março de 2009
A rainha e suas damas de honor
segunda-feira, 9 de março de 2009
Diversidade cultural
Desde 1949 até 1972, tempo de rivalidades bem apimentadas entre Sebastião de Vale / Marílio, e mais tarde Clube / José Arlindo, pela disputa da hegemonia dos bailes, que não se via em Pechão dois espectáculos na mesma noite. No sábado em simultâneo realizou-se no Clube o baile da rainha, e na Junta de Freguesia uma sessão de teatro.
O que parecia uma diversidade cultural foi para a minha sobrinha uma confusão no plural. A filha aperaltou-se para ser a rainha do baile, e o filho que já tinha feito de rei mago numa peça na escola, tomou-lhe o gosto, e queria ir à Junta. Perante a teimosia, a troca de argumentos e empurrões, a mãe sugeriu o baile depois do teatro. Proposta recusada por ambos. Antevendo, uma sessão de choro e birras, caso fosse de encontro às pretensões de um, em detrimento do outro, decidiu surpreendentemente acompanhar o rancho folclórico que foi actuar a Albufeira. Sem direito a recurso.
Sei que as relações entre as entidades organizadoras, não estão apimentadas como há 60 anos, mas sim adocicadas. Não sei se ouve, ou justificava um diálogo entre as entidades, ou, foi apenas um caso pontual. A verdade é que minha sobrinha e os filhos passaram a noite a dançar o corridinho.
O que parecia uma diversidade cultural foi para a minha sobrinha uma confusão no plural. A filha aperaltou-se para ser a rainha do baile, e o filho que já tinha feito de rei mago numa peça na escola, tomou-lhe o gosto, e queria ir à Junta. Perante a teimosia, a troca de argumentos e empurrões, a mãe sugeriu o baile depois do teatro. Proposta recusada por ambos. Antevendo, uma sessão de choro e birras, caso fosse de encontro às pretensões de um, em detrimento do outro, decidiu surpreendentemente acompanhar o rancho folclórico que foi actuar a Albufeira. Sem direito a recurso.
Sei que as relações entre as entidades organizadoras, não estão apimentadas como há 60 anos, mas sim adocicadas. Não sei se ouve, ou justificava um diálogo entre as entidades, ou, foi apenas um caso pontual. A verdade é que minha sobrinha e os filhos passaram a noite a dançar o corridinho.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Baile carnaval (sábado)

fotos enviadas pelo mascaradoNa sequência do êxito dos anos anteriores, ontem à noite a sala do C.O.Pechão esteve a abarrotar. Alegria, boa disposição, e cerveja em grandes doses, que a crise ficou em casa. Segundo a minha netinha foi estranho ver um simpático Mexicano conversando com o primo do Darth Vader, rodeados de joviais pinguins bem-humorados.
Gostava de ter ido ao baile, mas sozinha não me atrevi. A minha netinha cresceu, e sente algum desconforto com a minha presença junto dos seus amigos. Compreendo. Associado à minha fadiga crónica, e às dores da ossatura, fingi uma súbita indisposição, para lhe aliviar a consciência e libertá-la de um incómodo empecilho. Constantemente está-me a aparecer maleitas novas, mas ontem dava-me jeito a estranha doença do Benjamim Button. Assim fiquei em casa, cansada e resignada, com o xaile cobrindo-me as pernas, e o comando da TV bailando nas mãos trémulas. Parece que é a única coisa que ainda me vai obedecendo.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Bailes de Carnaval

Três dias de fantasia e muita alegria. Sábado é tema livre, é tudo uma questão de criatividade, mas figuras públicas, e louras espampanantes besuntadas com bâton, inundadas de pêlos nas pernas não vão faltar.
Já estou a ver na segunda-feira, muito machão de burka, ou túnica e véu contorcendo-se numa sensual dança do ventre, e as doces Cinderelas mascaradas de Sheik com bigodes farfalhudos, no harém de todos os pecados.
Na terça com um pouco de sorte deparamo-nos com o E. e o J. Grande, bronzeados, com papoilas e malmequeres na cabeça, colares de erva boi, e saias de palha dançando a “hula hula” em posses e doses provocadoras, de fazer perder a cabeça a qualquer um(a). Espero que façam a depilação.
E já agora Fábio! Quantas vezes vais tocar “ mamãe eu quero, mamãe eu quero mamar»?
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