sábado, 15 de agosto de 2009

Faz hoje 40 anos

… e foram três dias inesquecíveis para meio milhão de alminhas ensopadas até aos ossos. Até eu dormia no chão e apanhava aquela chuvada de bom gosto. Mas ainda não perdi a esperança. A máquina do tempo está pronta. Brevemente passará por Pechão, e a Junta de Freguesia seguramente irá fazer uma excursão ao passado. Com paragem no Woodstock de 1969. Quando abrirem as inscrições, espero que avisem com antecedência. Quero ser a primeira.
Mesmo que a Junta recuse a viagem alegando perigosidade do transporte e incógnita no regresso, temos sempre as excursões da Maria João. Embora sugestionados a comprar um colchão, é sempre uma boa alternativa. E o jeitão que vai dar.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

(1979 - 2009) - 30 Anos de Atletismo (Títulos)

João Norte - XI Corta - Mato do Algueirão (1990)

Títulos Nacionais Individuais:
Rui Costa
Filipe Lara Ramos
Mário Madeira
Ana Cabecinha
Sílvia Torres
Joana Matos
Neuza Estrela
Mónica Charneca
Cláudio Estrela
Florival Guela
Joana Matos - (7 medalhas em Campeonatos Nacionais)

Medalhados Nacionais:

João Norte
Daniel Guedes
Paulo Revez
Sandro Ambrioso
Vítor Simões
Cátia Guerreiro
Cristiana Baião
Patrícia Cabanita
Andreia Lopes
João Alves
Cláudio Rodrigues
Pedro Nascimento
José Márcio Lopes
Vera Palma Santos
Mara Daniel
Cláudia Silva
Cristiana Carvalho
Filipa Carmo
Patrícia Soares
João Lopes
Elisabete Alexandre

Ana Cabecinha

Internacionais:
Rui Costa – 1994 (Campeonato Mundo Juniores) – Lisboa
Filipa Lara Ramos – 1995 (Jornadas Europeias da Juventude – Inglaterra
Cláudio Estrela – 1999 (Campeonato do Mundo de Juvenis) – Polónia
Ana Cabecinha – 2001 (Campeonato do Mundo de Juvenis) – Hungria
Rui Correia – 2006 (Encontro Internacional Marcha) – Espanha
*1ª Internacionalização
Internacionais por outros países:
- Sonata Milusauskeite (Pela Lituânia no Mundial de Helsínquia 2005 e Europeu de Gotemburgo 2006)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Crise não chega a Pechão





“No Hotel "DogSpa", uma casa de férias e relaxamento para cães de Pechão, em Olhão, a crise ainda não fez "check in" e poderá nem nunca fazer, pois a clientela é classe alta.

A directora da unidade de luxo para cães, Sandra Silva admite que este ano ainda "não sentiu muito a crise" e as razões para contornar a crise são sustentadas pela carteira de clientes ser vasta e pelo tipo de cliente se situar na "classe média-alta ou alta".

Nesta unidade hoteleira para cães uma diária ronda os 12 euros e inclui alimentação, desinfecção, música ambiente, passeios ao ar livre e aquecimento na "suite", se estiver frio.”
Observatório do Algarve


Plantado na encosta do Monte Escrivão, bafejado pela beleza da natureza, desfruta de condições ímpares para uma estadia principesca. Quartos ou suites, ar condicionado e room service. Pela manhã, e fim de tarde, ginástica. Corpos obesos transformam-se em manequins esculturais, músculos rígidos e tensos, em flexíveis e relaxados. O conceito do fast food é interdito, privilegiando cozidos e grelhados. Fruta em abundância, leite magro, e bolachas sem sal. Proibido fumar, e tolerância zero às bebidas alcoólicas. Lições de etiqueta para os rafeiros. Jovens esbeltas e bonitas, inspiradas nas Tailandesas, massajam extremosamente, ao som do chilrear dos passarinhos, do zumbido das abelhas do Mestre Costa, e da melodiosa sinfonia das ovelhas do António. Uma quietude saudável, num pequeno éden cravado no pulmão de Pechão. Gostava de ver o meu rafeiro no hotel a comer de faca e garfo. Expulso por indelicadeza. No mínimo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

C.O.Pechão: 60 anos - 24 Presidentes (14)

Vladimiro Guerreiro
"O Pacificador"

"Solicitou a “Arlapa Maria” algumas informações relevantes da minha passagem pela direcção do COP na qualidade de presidente. Informações, informações, não tenho assim muito de especial ou relevante. No entanto posso contar-lhe uma “estória”, por sinal bastante desagradável, e que, se verificar nela algum interesse, pode-a publicar.

Poucos conhecem este episódio e, desses poucos, alguns até, possivelmente, já o esqueceram. Fui presidente do COP no ano de 1982, numa época difícil e ingrata, com muitos resquícios do período quente do pós 25 de Abril. A minha equipa, bastante heterogénea e muito jovem, procurou, e penso que conseguiu, apesar de tudo, criar uma nova dinâmica nos destinos do COP.

Desse mandato guardo boas e más recordações, mas sobretudo três casos que recordo como se tivessem acontecido ontem. Um, mais pessoal e bastante desagradável, envolvendo membros da direcção; outro bastante caricato e hilariante; finalmente o terceiro, com prejuízo para a colectividade, e que teve tanto de ingénuo como de perverso. É deste último que vos quero falar.
Nesse ano, a Festa de Pechão, foi organizada por uma equipa alargada e multi-facetada, com pessoal do COP e da Comissão de Festas da Paróquia de Pechão. Para além do Sr. Padre, faziam parte da comissão, a direcção do COP, representada pelo presidente e vice-presidente, e mais dois membros da igreja.

Como se devem lembrar (os menos jovens), as mesas e cadeiras eram alugadas. Pagava-se um tanto por cada unidade, ia-mos busca-las à sexta-feira e devolve-las na segunda. Nesse ano resolvemos inovar e investir no futuro. Contactamos o Sr. Manuel Estevão ( já falecido), acertamos o preço e adquirimos material novo, que estaria sempre disponível para a festa, nesse e nos anos seguintes.

A festa, propriamente dita, não correu muito bem. A escolha dos artistas revelou-se inadequada, as entradas insuficientes e até o tempo não ajudou, pelo que, contas feitas, sobrou meia dúzia de escudos.
Foi precisamente nas contas que surgiu a trapalhada. Reunimos a Comissão, o COP pagou isto e mais aquilo, a Igreja pagou aquele outro, falta pagar a fulano e há este dinheiro para repartir. Papéis em cima da mesa, contas à vista, tudo certo, compreendido e aceite pelas partes. Como se costuma dizer “certinho e direitinho!”
Mas também tudo feito na base da confiança e amizade entre as pessoas, não houve documentos, digamos que oficiais, passados e assinados.

Desse encontro de contas resultou que a Comissão Paroquial teria de acertar contas e pagar ao Sr. Manuel Estevão. Nós descansamos sobre o assunto, continuamos o trabalho no clube, mas passados alguns meses, fomos confrontados pelo fornecedor com a falta de pagamento. Explicamos a situação; as suas contas ficaram por conta da Igreja! Bem, de cá para lá e de lá para cá, o certo é que o tempo passava e o homem não via a cor do dinheiro. O assunto virou conversa pública, foi tema de Assembleia Geral do COP e até de homilia na Missa Dominical.
Afinal, de que lado estava a razão? Quem estava equivocado? As contas estavam ou não correctas?

O problema só foi solucionado passados alguns anos. Por iniciativa do Sr. Cesário Brás, na época Presidente da Direcção (ou da Assembleia Geral), houve uma reunião na sede do clube, onde participou ele e outros elementos da direcção, eu, o Sr. Padre e o Sr. Manuel Estevão.

Felizmente para mim e para o clube, já nessa altura tinha por hábito guardar papéis. Lá fui ao baú das velharias e, para que não subsistissem mais dúvidas, voltei a colocar sobre a mesa os rascunhos com as contas e a demonstração dos resultados. Todos viram e puderam confirmar o que, no que me dizia respeito, era óbvio e correcto. O Clube Oriental de Pechão nada devia, pelo contrário, à instituição é que lhe era devido um pedido de desculpas, coisa que, diga-se de passagem, ali mesmo foi feito!
Nunca percebi o porquê da situação nem o seu arrastamento no tempo. Se havia dúvidas porque não vieram ter connosco? Ainda hoje não encontro explicação..."
Vladimiro Guerreiro

E eu, agradecida pela colaboração, encantada pela narrativa, e honrada pela visita. Afinal, são pequenos episódios como este que fazem a história do Clube. Esquecer, é aniquilá-lo, recordar, é dar-lhe vida. Contados na primeira pessoa, ilumina-o.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Mesmo lugar outra realidade

Foto de 1958 enviada pelo Danilo da Quinta

Quando se fala de bancos e jardins, vem-nos à memória este espaço, que podia ter sido uma boa solução. O João Norte foi o primeiro a referi-lo no seu comentário. Provavelmente outros valores se levantaram. Eu continuo a pensar que foi uma oportunidade perdida.

Texto e comentários - Julho de 2007


Em 1958, Pechão, era uma terra calma, que apresentava um quotidiano marcado por uma vivência predominantemente rural. Com um grande desequilibro económico e financeiro.
A serenidade do cão, a controlar a merceeira da Sra. Raminhas. Trânsito praticamente inexistente. A calçada da estrada foi substituída por asfalto. O muro, lugar de descanso e conversa, deu lugar ao parque de estacionamento.

As gémeas palmeiras deliciavam-se com a aragem fresca do tanque, e da horta do José da Quinta. Hoje com mais idade, e mais maleitas, dá-lhes jeito a Farmácia ali ao lado.

As palmeiras perduram no tempo. Esperemos que não apareça nenhum arquitecto iluminado, que as substitua por dois candeeiros contemporâneos, ou por uma obra de arte vanguardista
.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

C.O.Pechão: 60 anos - 24 Presidentes (13)

Eduardo Gago Ângelo
"O Renovador"

Remodelação das infra-estruturas, o Atletismo, e principalmente um novo conceito de Dirigismo. O inicio de um novo ciclo. Numa analogia histórica, podemos denominar o ano de 1979 como o começo da Terceira Dinastia. Jovem, sem passado nem referências no Clube, soube ser humilde - seguiu concelhos, e bebeu ensinamentos dos mais experientes (Joaquim Canário, Vinebaldo Charneca, Calé, João Cesário e Fernando Silva). Inteligente - porque soube converter os insucessos das Direcções anteriores em ensinamentos. Audaz – acreditou em si, e na sua equipa. Afinal quem fica na história são os que tentam.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Ponto de encontro


Esta semana o ponto de encontro é na Fonte Nova. Olhos postos no Poço da Amendoeira, que impreterivelmente a partir das 21,45 h vai jorrar estrelas e figurantes. Nicole Kidman, a estrela mais cintilante irá brotar Quarta-Feira, mais bela que nunca. Perto do olhar,mesmo à mão de semear.

Não se atrasem que ela é pontual. E não espera. Não vale a pena desculparem-se que chegaram tarde, estiveram a lavar a loiça, ou a beber um café. Amável, com uma candura desarmante, irá olhar-vos nos olhos e dizer:“Só porque as coisas são assim, não quer dizer que devam ser assim”.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

30 anos de Atletismo (Treinadores / Monitores)

Custódio Moreno Paulo Murta Paulo Tomé Valter Estrela

Gualter Silva Sérgio Batista Sílvia Torres

Cristiano Ferradeira Sílvia Salero Ricardo Nicolau



quarta-feira, 22 de julho de 2009

sem bancos nem jardins

Aposentados à sombra do muro do jardim do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior - Mariano Gago

... outras sombras outros assentos



“Ajardinamento de pequenos espaços sub-aproveitados de modo a criar zonas verdes”

Uma das propostas incluídas no Programa Eleitoral do PS – Freguesia de Pechão em 1997, que voltou a estar inserida em 2001.

“Criação de um Jardim Público e Parque Infantil. Colocação de Mobiliário Urbano (Bancos, Papeleiras e outros) em vários Sítios da Freguesia;”

“Forte aposta no ajardinamento de pequenos espaços, de modo a criar zonas verdes em vários pontos da Freguesia. Proceder á plantação de 200 árvores, e ao ajardinamento dos espaços exteriores das escolas;”

Propostas do PS nas autárquicas em 2005.


Pela manhã enquanto a brisa se esbate, o sol adensa-se, e a sombra é uma bênção. Vão chegando, passo lento, lugares de conversa fácil, umas consensuais, outras toleradas, e para apimentar, as controversas, temperadas com amizade e intimidade. Terra sem espaços verdes, nem bancos, nem jardins. Mas com espaços improvisados, já fidelizados, que aproximam solidões. Pontos de encontro, sem assuntos para tratar, e o tempo para matar. Momentos felizes nos intervalos do nada.




Fotos enviadas pelo incansável e sempre colaborante Danilo da Quinta. Muito obrigada.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Pechão no TGV



Equipados de amarelo : Carlos Coelho, David Braz, e Jorge do Vale

Hoje há Folclore

Rancho Folclórico da Conceição de Faro

Xº Festival Internacional de Folclore de Pechão

- Desfile Etnográfico dos Grupos
- Rancho Folclórico do Clube Oriental Pechão
- University Folk Dance Group “Mustafa Kemal” – Turquia
- Rancho Folclórico da Conceição de Faro
- Folk dance Group “Beijing Joy”- China

sábado, 18 de julho de 2009

C.O.Pechão: 60 anos - 24 Presidentes (12)

José Sebastião B. Vale
"O Resistente"

Um dos fundadores, dirigente, atleta, foi pau para toda a obra. Honestidade, frontalidade e coragem, traços de carácter decisivos na hora de enfrentar situações adversas. Olhos nos olhos, sem ambiguidades. Homem de garra, e um fervoroso defensor dos interesses do Clube. Como um velho apaixonado nunca dorme, têm-se mantido fiel e actualizado ao longo dos anos. Com o coração na boca, opina, critica e elogia. É assim, o temperamento de uma das maiores referências do Clube.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Uma questão de fé


Foi com a Aldeia completamente engalanada de flores, que o cortejo percorreu as ruas de Pechão, chegando inclusive ao Sítio da Charneca. Uma das maiores manifestações de fé jamais vistas na Aldeia. Sessenta e um anos depois, a Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima volta a percorrer as ruas de Pechão. Amanhã, com mais ou menos devoção, nenhum católico vai ficar indiferente.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Jovens & Bonitos

De pé, da esq. para a dir. - João Lopes, Paté, Orlando Neto?,?, parece o Joãozinho, e o Celestino?
Em baixo da esq. para a direita - António, Ezequiel, Laurentino, Viegas, Netinho, Emiliano.

De pé, da esq. para a dir. - Celestino, Ezequiel, Joãozinho, ?, Anatólio, Carlos Granja, Danilo.
Em baixo da esq. para a direita - Alberto, Piedade,Olimpio,Lopinhos, Vitor Charneca.

Nestes retratos enviados pelo Danilo, via Celestino, não consta a data, nem a identificação dos jogadores. Nenhuma referência. Mesmo privando com a maioria desta rapaziada, o reconhecimento facial após 50 anos não é tarefa fácil, pelo menos para mim. É um convite estimulante para exercitar a velha memória, ou o que resta dela. Amparo-me a uma pequena parte do cérebro ainda activa, e com muitas probabilidades de erro arrisco alguns nomes. Os que estão indicados com um ponto de interrogação, ou alteraram muito a sua fisionomia, ou tenho que marcar nova consulta para o oftalmologista. Conto com a vossa colaboração para completar este puzzle cheio de jovialidade.

domingo, 12 de julho de 2009

Amigos do alheio

Os assaltantes arrancaram a grade metálica e levaram as botijas de gás.

Há uns anos atrás, quando íamos à merceeira, as portas ficavam abertas para entrar o ar, e as cortinas de rede (pesca) fechadas para evitar a entrada das moscas. No Verão dormia-mos no pátio, na varanda ou na eira, e não consta que alguém tenha sido importunado ou assaltado. Havia respeito mútuo, e os estranhos eram tratados com parcimónia.

Percorremos um longo caminho. Olhando para trás, não temos grandes razões de queixa, nem dados suficientes para elaborar um cronologia de assaltos.
Acontece que no espaço de um mês, três estabelecimentos foram assaltados. Nada que não aconteça noutras localidades. A questão é que começam a ser demasiado frequentes para considera-los casos esporádicos.

Começamos a padecer de temores e insegurança, sintomas claros de doença social. Um vírus, que alastrou e está instalado em todo o País. Sem fim à vista. Impotentes, e preocupados, vamos assistindo à incapacidade das autoridades e à passividade dos governantes.

O Governo diz que a situação está controlada. Para nosso desespero o antídoto ministrado não está a surtir efeito. Serão efeitos secundários? Ou diagnóstico errado?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

30 Anos de Atletismo (A Sucessão)


Apesar de títulos, medalhas, taças e tantas honrarias, as circunstâncias da vida, obrigaram o Zeca a separar-se da Secção de Atletismo. Assim passou o testemunho ao Paulo Murta que já vinha sendo o seu braço direito.

O Paulo Murta iniciou-se no Atletismo em 1981 ao serviço do S.C. Olhanense, com uma breve passagem pelo Louletano, chegou a Pechão em 1985. Tendo assumindo a responsabilidade de todo o Atletismo em 1995.

Tem efectuado um percurso imaculado, baseado sempre nos mesmos pressupostos: trabalho, dedicação e talento. Os Jogos Olímpicos de Pequim foram apenas a confirmação do seu potencial, e um prémio pelo seu empenho. Com um passado recheado de sucessos, espera-se e deseja-se um futuro enquadrado nos mesmos pressupostos, ou seja: êxitos. Ficará na história como um lutador incansável, que teve no atletismo uma paixão forte demais, colocando-o no top das suas prioridades.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Comunicado - C.O.Pechão

"Em reunião de direcção do Clube Oriental de Pechão de 06-07-2009, ficou decidido por unanimidade, elaborar o seguinte comunicado como forma de clarificar assuntos vindos a Público sobre esta instituição na sequência do Almoço do 60º Aniversário deste Clube.

A disposição das mesas do mesmo e a não inclusão do Presidente da Junta de Freguesia de Pechão na mesa nº. 1 não teve qualquer objectivo de menosprezar a instituição Junta de Freguesia e ou o seu Presidente, mas deveu-se unica e exclusivamente a questões de ordem logistica ( nº. De Pessoas por mesa) e tendo como critério, não havendo essa possibilidade, juntar as familias o mais possivel com o intuito de tornar este almoço num grande almoço da Familia Orientalista.

Não houve da parte desta direcção, nem nunca poderia haver, qualquer acto intencional discriminatório em relação à instittuição Junta de Freguesia e tão pouco em relação ao seu Presidente, pessoa com longos anos dedicados a este nosso Clube.

Prima esta Direcção, pela boa relação entre as instituições, nomedamente para com aquelas que sempre colaboraram da forma possivel como Clube Oriental de Pechão.

Referência ainda para o facto de, em conversa havida durante o periodo que mediou o Almoço de Aniversário e a reunião de hoje, entre o presidente do Clube e o Presidente da J.F.Pechão, ter ficado patente não haverem quaisquer ressentimentos ou mal entendidos na relação entre as pessoas e as Instituções que representam.

Respeitando e agradecendo todas as opiniões e contributos, particularmente dos Sócios do Clube, não podemos deixar de lamentar, o muito que foi escrito e dito sobre esta situação e que nada dignificaram os Pechanenses e eventuais sócios do clube que o tenham feito, pois pareceram-nos tudo menos críticas e contributos e mais se assemelharam a puros actos de mal-dizer.

Nota Final: Não é costume nem voltará a ser prática desta direcção, responder a escritos anónimos e sem rosto e só o fizemos por achar que este caso ultrapassou em muito o normal espirito crítico e direito à opinião.

Os assuntos do Clube continuarão como até aqui a ser discutidos em sede própria ou seja no seio dos associados e nos orgãos próprios para o efeito.

Dignifiquemos pois o nosso Clube do coração, e juntemos esforços cada dia para construir-mos um Clube cada vez maior e melhor.

Viva O Clube Oriental de Pechão.

Pechão, 06-07-2009

A Direcção do Clube Oriental de Pechão"

segunda-feira, 6 de julho de 2009

C.O.Pechão: 60 anos - 24 Presidentes (11)

Teófilo Sousa
"O Venerador"

Ser Presidente aos 62 anos de idade, confere sempre uma autoridade moral, e um respeito natural. Apesar de ter sido um mandato curto e fugaz, não o inibiu de estar activo e atento. Mas foi ensinando a arte, e treinado a destreza dos Pauliteiros que mais se notabilizou. Foi o verdadeiro timoneiro, que pacientemente amestrou gerações de rapazes a exibirem um espectáculo apreciado, e único no País.

sábado, 4 de julho de 2009

Criticas à Direcção do C.O.P.


Umas mais exacerbadas, outras fleumáticas, as críticas e análises, profundas ou superficiais, sempre estiveram presentes, e conviveram com os sucessivos dirigentes. O Clube é um corpo de sentimentos e rege-se por códigos de cumplicidade e emotividade. Quando existem desavenças entre associados elas extinguem-se sem causar grandes danos. As diferentes convicções que separam os sócios são bem menores do que a paixão que os une.

A crítica quando é construtiva é essencial para melhorar o desempenho de uma Direcção. Sem essa análise o desempenho funciona um pouco incompleto, autocentrado e redutor. Quanto mais assertivo, inteligente e imparcial é o crítico, mais significativo pode ser o seu olhar. Apesar de subjectiva, a crítica deve ser bem fundamenta com aspectos objectivos que validem a argumentação. Mas é evidente que existem críticas e críticas, e elas pressupõe ética. Entre boas e más análises, a pior que se pode fazer ao Clube, é ignorá-lo.

Um bom exemplo de uma análise construtiva feita por um sócio velho, em 25/01/2008. Aqui.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

60º Aniversário C.O.Pechão - Oradores de serviço


Vladimiro Carromba – Presidente Clube Oriental Pechão


Custódio Moreno – Presidente da Junta Freguesia de Pechão

Áudio enviado por um Sócio que prefere manter o anonimato.
Peço desculpa pela qualidade do som, e pelas interferências, que mais parecem uma batalha de papéis amarrotados. Imagino que as condições não tenham sido a melhores.